domingo, 2 de agosto de 2015

Você Sabia?

História do Esmalte:

     Ao falar em esmaltes, vem à cabeça o hábito de pintar as unhas. Nós mulheres nos perdemos na vasta variação de cores que existem por aí.



     O esmalte já estava presente no Antigo Egito, as egípcias, por exemplo, aplicavam uma henna preta nas unhas. Cleópatra amava as tonalidades vermelho escuro e Nefertiti gostava mais de tons rubi.
     Em meados do século 3 a.C., o uso de tons metálicos (feitos com o uso da prata) significava um lugar privilegiado na hierarquia social. Entre os romanos, a pintura das unhas dava lugar a tratamentos com materiais que faziam o polimento das unhas.
     No século XIX, os cuidados se restringiam à obtenção de unhas curtas. Em alguns casos, as unhas eram levemente perfumadas com óleo e polidas com tira de couro. Numa época em que a vaidade era importante, os esmaltes não eram nem um pouco prestigiados. Nessa época, uma grande descoberta foi à invenção do palito, utilizada até hoje para a remoção de cutículas.
      No começo do século XX, os esmaltes coloridos voltaram com tudo, porém, eles não duravam mais do que algumas horas. Somente em 1925, durante os estudos sobre tintura para carros, foram descobertas as primeiras soluções sobre os esmaltes de hoje.
     Em sua primeira versão, o produto era rosa claro e era aplicado no meio das unhas. Na década de 1930, já se pode notar que as grandes estrelas pintavam as unhas dos dedos dos pés e das mãos. O esmalte fazia sucesso entre Rita Hayworth e Jean Harlow. Dois anos depois, os irmãos Revlon customizaram a invenção, deixando o esmalte mais brilhante e com variadas tonalidades.
     Nas décadas seguintes, vemos a complexidade cada vez maior dos esmaltes. As unhas postiças apareceram como uma boa alternativa de se chamar atenção sem gastar horas na manicure. Há poucos anos foram inventadas máquinas capazes de imprimir uma imagem digital nas unhas.
     Bem! É difícil saber onde a indústria da beleza pode chegar a fim de atiçar a vaidade feminina.



Curiosidade: Além disso, vários violonistas usam o esmalte para que as unhas não se quebrem durante uma apresentação.

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