História
do Esmalte:
Ao
falar em esmaltes, vem à cabeça o hábito de pintar as unhas. Nós mulheres nos
perdemos na vasta variação de cores que existem por aí.
O esmalte já estava presente
no Antigo Egito, as egípcias, por exemplo, aplicavam uma henna preta nas unhas.
Cleópatra amava as tonalidades vermelho escuro e Nefertiti gostava mais de tons
rubi.
Em meados do século 3 a.C., o uso de tons
metálicos (feitos com o uso da prata) significava um lugar privilegiado na
hierarquia social. Entre os romanos, a pintura das unhas dava lugar a
tratamentos com materiais que faziam o polimento das unhas.
No século XIX, os cuidados se restringiam
à obtenção de unhas curtas. Em alguns casos, as unhas eram levemente perfumadas
com óleo e polidas com tira de couro. Numa época em que a vaidade era
importante, os esmaltes não eram nem um pouco prestigiados. Nessa época, uma
grande descoberta foi à invenção do palito, utilizada até hoje para a remoção
de cutículas.
Em sua primeira versão, o produto era rosa
claro e era aplicado no meio das unhas. Na década de 1930, já se pode notar que
as grandes estrelas pintavam as unhas dos dedos dos pés e das mãos. O esmalte
fazia sucesso entre Rita Hayworth e Jean Harlow. Dois anos depois, os irmãos
Revlon customizaram a invenção, deixando o esmalte mais brilhante e com
variadas tonalidades.
Nas décadas seguintes, vemos a
complexidade cada vez maior dos esmaltes. As unhas postiças apareceram como uma
boa alternativa de se chamar atenção sem gastar horas na manicure. Há poucos
anos foram inventadas máquinas capazes de imprimir uma imagem digital nas
unhas.
Bem! É difícil saber onde a indústria da
beleza pode chegar a fim de atiçar a vaidade feminina.
Curiosidade: Além disso,
vários violonistas usam o esmalte para que as unhas não se quebrem durante uma
apresentação.

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